Índices de desemprego devem crescer ainda mais até o final do ano

Você liga a televisão, abre um portal de internet, sai na rua e um só assunto toma conta de todo o tempo do brasileiro nesses últimos meses: CRISE! A instabilidade tomou conta de boa parte dos brasileiros que tem medo de perder seu emprego, que não aguenta mais a alta taxa de preços de alimentos, combustível e demais produtos, desavenças políticas e nenhuma perspectiva de melhora.

Em várias cidades, as demissões são acontecimentos constantes e progressões e melhorias só viriam se uma revolução acontecesse e incentivos fossem constantes. Infelizmente esse papel e essas intervenções não estão acontecendo no Brasil e alguns dados já são claros e mostram a realidade do país.

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Mesmo com um razoável aumento nas vendas do comércio em fevereiro de acordo com o IBGE, o fator desemprego está a cada dia mais perto da casa dos trabalhadores e a economia sendo prejudicada consideravelmente. Com esse aumento, as famílias terão menor renda e com isso o consumo ficará menor, fazendo com que o custo de vida menor se sobressaia sobre o melhor e maior.

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FMI e o Desempenho da Economia

O Fundo Monetário Internacional (FMI) expôs que o desempenho econômico do país tende a cair ainda mais e que as incertezas são as informações mais precisas que eles apresentam. Para o Fundo, o PIB – Produto Interno Bruto deve encolher e o crescimento econômico é considerado zero, até para projeções do ano de 2017, prejudicando tanto o cenário econômico local quanto o mundial.

Saiba como é a demissão por justa Causa

Sobre taxas de desemprego, o ano de 2016 tem previsão de fechar com índice de mais de 10% o fato é que inúmeras empresas estão dispensando seus funcionários e enxugando seu corpo de colaboradores. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a taxa de desemprego vai continuar a aumentar no Brasil.

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